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Case Consultoria em Benefícios planeja faturar R$ 200 milhões em 2010 e passa a operar como administradora de benefícios

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Rafael Sampaio da Motta - Diretor da Case Consultoria

 

A Case Consultoria em Benefícios está completando 15 anos de atuação no mercado brasileiro. E a comemoração não poderia ser em melhor estilo: depois de se firmar como uma das mais importantes consultorias em benefícios do Rio de Janeiro, a empresa prepara um novo e grande salto, passando a operar também como administradora de planos de saúde, seguindo a nova regulamentação editada pela ANS (Agência Nacional de Saúde Suplementar).

Os pilares que sustentam a nova estratégia são a forma de atuar da empresa – que tem sede “física” no Rio  de Janeiro, mas atua em todo o País, através de escritórios locais e do sistema “in company”, marcando presença dentro das instalações dos clientes, principalmente em Campinas, São Paulo, Brasília – e o porte de sua carteira de negócios, composta por mais de 180 mil clientes da área corporativa, principalmente no ramo saúde. Para marcar essa nova etapa da sua caminhada, a Case adotou marca e identidade visual novas.

Não por acaso, a empresa transpôs sem tormentas a crise internacional e faz planos para fechar o ano de 2010 com um faturamento da ordem de R$ 200 milhões (em prêmios emitidos).

Segundo o diretor da Case, Rafael Sampaio da Motta, antes da publicação das Resoluções 195, 196, 200, 203 e 204 da ANS não havia regulamentação para o mercado das administradoras de benefícios. Agora, a legislação exige a qualificação e o registro da administradora junto à agência reguladora, o que incentivou a Case a avançar com o seu projeto. “Nós já fazíamos tudo que o órgão determina, com exceção da cobrança individualizada. Desde o último dia 3 de novembro as operadoras não podem mais emitir boletos para cobrança individual. As administradoras terão que assumir o risco e a inadimplência e 90% não terão fôlego para isso”, explica o executivo, acrescentando que “poucos irão se enquadrar perante as exigências da ANS, inclusive no que se refere à constituição de ativos garantidores (reservas técnicas)”.

Ele revela ainda que a Case já oferece aos seus clientes, corretores e parceiros comerciais o que há de mais moderno em termos de administração, gerenciamento e gestão de contratos corporativos. “Fazemos ampla consultoria, emitimos pareceres técnicos, comerciais e até mesmo médicos, administramos e gerenciamos todo o dia a dia de uma apólice ou de um contrato na área de benefícios, assessoramos as áreas de RH, Financeira e Médica das empresas na tomada de decisões, disponibilizamos aos gestores e médicos das empresas relatórios analíticos, estatísticos e atuariais via web, inéditos no mercado brasileiro.

Providenciamos e damos solução para qualquer emergência médica no Brasil ou no exterior através de fornecedores próprios, inclusive em casos de remoções hospitalares via terrestre ou aéreo, acompanhamos e nos dedicamos 24 horas por dia, com uma equipe altamente capacitada e treinada para dar soluções dia ou noite, durante a semana ou no feriado, de tarde, de noite ou de madrugada.  Nossos clientes ou corretores não precisam se preocupar pois somos incansáveis, extremamente dedicados e eficientes. Nós providenciamos e resolvemos tudo e, valorizamos antes de qualquer papel ou burocracia, a vida e a saúde das pessoas”, assegura o diretor da Case.  

Assim, a Case faz todo o acompanhamento social e monitora tudo para os clientes. Depois, a empresa emite relatórios e propõe ações para as clientes reduzir os problemas de saúde do seu público interno, sugerindo estímulos à atividade física, alimentação saudável, etc. “Implantamos programas próprios de qualidade de vida e promoção à saúde em nossos clientes”, acentua Motta. 

A Case atua em parceria com os corretores de seguros, que respondem por cerca de 70% dos negócios fechados pela empresa. “Firmamos com os corretores um pacto de integridade, transparência, excelência na prestação dos serviços e total dedicação e respeito aos seus clientes”.

Quanto ao mix de negócios da Case, 65% da receita são relativos ao ramo saúde e odonto, 20% aos seguros de ramos elementares (frotas, property, risco de engenharia, D&O, RC e Garantia) e 15% referentes aos projetos de afinidade, seguros de vida e previdência complementar.

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Fonte: VTN Comunicacão

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