Índice de tabagismo diminui nas empresas

Índice de tabagismo diminui nas empresas

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A SulAmérica Saúde comemora o Dia Nacional de Combate ao Fumo, 29 de agosto, com índices que apontam uma queda do índice de fumantes nas empresas. Um levantamento realizado pela seguradora com mais de 43 mil segurados de todo o Brasil mostra que o número de fumantes nos locais de trabalho passou de 12,6%, em 2007, para 11%, em 2008. Os dados foram identificados pelo programa de medicina preventiva Saúde Ativa, oferecido pela seguradora às empresas clientes. Por meio de diversas atividades, o programa mapeia os fatores de risco entre os segurados e realiza atividades para promover a qualidade de vida. O levantamento mostra ainda que entre as mulheres, o percentual de fumantes caiu de 10,8% para 9,2% no mesmo período.

O tabagismo é hoje uma preocupação mundial que atinge milhares de pessoas. Só no Brasil, os fumantes representam 16% da população, segundo dados da Vigilância de Fatores de Risco e Proteção para Doenças Crônicas por Inquérito Telefônico (Vigitel), realizada pelo Ministério da Saúde. Considerado a principal causa de morte evitável no mundo pela Organização Mundial de Saúde (OMS), o cigarro está na mira dos governos e da sociedade. Em São Paulo, a Lei Antifumo, que entrou em vigor em agosto e restringe os locais onde é permitido fumar, é aceita por 88% da população, segundo dados do Instituto Datafolha. A nova legislação paulista inspirou também o governo do Rio de Janeiro. A Assembléia Legislativa do Estado (Alerj) aprovou no dia 11 de agosto projeto de lei com o mesmo propósito: proibir o fumo em locais fechados de uso coletivo no Estado.

Para o diretor de Prestadores e Serviços Médicos da SulAmérica, Roberto Galfi, combater ao fumo tornou-se uma mobilização social, que envolve, governo, empresas e sociedade em prol de um bem maior, que é a melhora nos hábitos de vida da população. A SulAmérica já adota esta filosofia e há mais de dois anos oferece apoio aos funcionários na luta contra o cigarro, disponibilizando todo acompanhamento médico necessário para que o indivíduo largue o vício. “Existe um grande esforço das empresas em melhorar os hábitos de vida de seus funcionários. Em contrapartida, observa-se um movimento pessoal para abandonar o vício. Nosso papel está em oferecer meios para que isso aconteça”, explica Galfi.

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