Marítima discute a evolução do microsseguro

Marítima discute a evolução do microsseguro

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A crise norte-americana esfriou o crescimento do mercado brasileiro, entretanto, alguns segmentos continuaram em franca expansão alavancados pelo consumo das classes C, D e E. Atrelado a isso está o crescimento do mercado de microsseguro.

Esse foi o tom do café de negócios realizado hoje pela agência SegNews, em São Paulo. 

Para o superintendente de seguros de pessoas da Marítima Seguros, Samy Hazan, o microsseguro não é apenas uma versão reduzida de seguro convencional. “Os produtos e processos precisam ser totalmente redesenhados para atender as características do mercado de baixa-renda e, paralelamente, a evolução do microsseguro” comentou Hazan durante palestra no evento.

Os setores que estão vinculados ao crédito que, inicialmente sofreram com a desaceleração da economia brasileira, hoje estão em alta, principalmente, aqueles ligados a classes C, D e E. Neste período pós-crise se beneficiaram os segmentos bancários, financeiras, mercado de compra de automóveis, mercado de eletrodomésticos (linha branca) e eletroportáteis.

Com esse cenário altamente favorável, o consumidor ligou a necessidade a facilidade de aquisição de móveis, veículos e outros bens, especialmente os duráveis. 

O microsseguro é um serviço direcionado as condições sociais desse tipo consumidor. São oferecidos pela rede varejista e visa proteger as parcelas de financiamento, cartões de crédito contra perda ou roubo, extensão de garantias e a proteção de pequenos aparelhos portáteis, por exemplo: celulares. “É preciso entender o perfil de cada público, na verdade, esse será o grande desafio do futuro. Estamos num momento em que, o sucesso de cada instituição, dependerá do relacionamento direto com seu público”, finaliza o superintendente de seguros de pessoas da Marítima Seguros, Samy Hazan.

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Fonte: Tamer Comunicação empresarial

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