Mulheres têm forte presença no mercado de previdência privada

Mulheres têm forte presença no mercado de previdência privada

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O aumento da presença da mulher em diversas frentes na sociedade brasileira é tema de grande destaque, inclusive na previdência privada – segmento que, impulsionado pelo cenário positivo da economia brasileira, tem registrado taxas cada vez maiores de crescimento. Estudo realizado pela Brasilprev Seguros e Previdência, uma das líderes desse setor, a partir da sua base de 1,19 milhão de clientes (dado do final de 2009, quando o levantamento foi concluído) evidencia a forte presença das investidoras entre essa população, que já é de 43%.

Segundo a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD) de 1992 a 2007, realizada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), é também crescente a participação das mulheres na contribuição da renda familiar. Se em 1992 a contribuição do rendimento delas era de 30,1%, em 2007 subiu para 39,8%. Também aumentou a quantidade de mulheres vivendo sozinhas (+37,1% no período) e com filhos (+26%). O número reflete um fenômeno segundo o qual elas têm assumido novos papéis sociais, mantendo, porém, também as funções tradicionais.

Tal fenômeno reflete-se também junto às clientes da Brasilprev. “Atualmente elas representam 43% do total de nossos clientes e o estudo aponta que o valor da contribuição média mensal entre elas vem crescendo mais que entre os homens. Enquanto o percentual de crescimento entre elas foi de 4,3% de 2007 para 2008 e 7,7% de 2008 para 2009, o aumento na contribuição masculina foi de 1,8% e 4,9% nos mesmos períodos, levando a valores cada vez mais próximos entre homens e mulheres”, revela o diretor de operações e produtos da Brasilprev, José Eduardo Vaz Guimarães.

Outro aspecto que chama atenção é que o público feminino adquire os planos de previdência da companhia mais cedo que os homens: “Entre as mulheres clientes da Brasilprev, 44% têm até 30 anos de idade, ao passo que entre os homens esse percentual cai para 37,4%, revelando uma maior consciência delas no planejamento financeiro de longo prazo”, completa o executivo.

Por fim, Vaz Guimarães ressalta outros fatores do perfil das clientes mulheres da Brasilprev: o ticket médio dos planos femininos é de R$ 192, ainda menor que o masculino, que é de R$ 236. A maior parte das investidoras é solteira – 56,2% -, optam mais pela modalidade VGBL que os homens: 48,5% frente a 43,4%, e têm a tendência de serem mais fiéis aos planos, visto que 53,2% delas escolheram o modelo de tributação regressiva enquanto eles, 49,3%. Destaca-se ainda que já é praticamente idêntica a opção por investimentos em fundos com renda variável em ambos os sexos: cerca de 30% tanto para os homens quanto para as mulheres.

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Fonte: G&A Comunicação

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