RSA Seguros adota modelo diferenciado no atendimento a tragédias e casos de...

RSA Seguros adota modelo diferenciado no atendimento a tragédias e casos de grande comoção

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A RSA Seguros vem adotando um modelo diferenciado no atendimento a catástrofes e eventos de grande comoção. O Brasil não possui em seu histórico registros de desastres naturais com impacto semelhante aos abalos sísmicos ocorridos no Chile, por exemplo. Mas dados dos últimos dez anos mostram que ocorreram no País cerca de 49 grandes episódios de secas, inundações e deslizamentos de terra. Esses incidentes causaram grandes impactos às comunidades, totalizando cerca de 5 milhões de pessoas atingidas, 1.100 óbitos e um prejuízo econômico de US$ 3,5 bilhões, segundo a Defesa Civil. 

Os esforços de recuperação exigidos em situações como essas são muito grandes e as seguradoras têm um papel fundamental no processo de reconstrução. Alguns dos maiores erros cometidos pelas seguradoras nas práticas de sinistros são a burocratização e a terceirização de serviços essenciais prestados ao segurado. 

“O Brasil não está fora dos países sujeitos a desastres naturais e as constantes secas e inundações têm dado indícios da intensificação desses eventos no país. Agir com proatividade e disponibilizar profissionais qualificados e especializados no local do incidente são diferenciais que garantem agilidade nos pagamentos das indenizações e benefícios ao segurado, procurando minimizar os transtornos àqueles irremediavelmente atingidos por uma tragédia”, afirma o diretor de sinistros, Fernando Galán, que participou da equipe de trabalho que deu suporte aos resseguradores envolvidos nos furacões Emily, Stan e Wilma, em 2005. 

Buscando prover as melhores práticas de sinistros, a RSA Seguros acredita que oferecer um profissional com know how em campo garante que o cliente estabeleça prioridades nessas situações, como, por exemplo, garantir que os recursos humanos sejam os primeiros a serem preservados; acionar os órgãos competentes, como polícia técnica e defesa civil, para que atuem com maior rapidez; além de orientar o remanejo de matéria-prima e maquinário, pois sua perda gera impacto em produção; além de sugerir medidas paliativas que restabeleçam o funcionamento do negócio no menor prazo possível. Medidas que ajudam a manter o negócio dos segurados em movimento. 

Segundo Galán, em casos em que listas de envolvidos são colocadas à disposição pelos órgãos públicos e é possível consultar previamente a base de clientes para que a seguradora saiba se existem clientes envolvidos no incidente, a RSA Seguros age proativamente e se antecipa à comunicação do sinistro. “A partir do momento que um segurado é identificado, entra-se em contato com os responsáveis e as corretoras, procurando desburocratizar a operação”, completa o diretor de sinistros.   

Esses procedimentos foram adotados na recente tragédia de Ilha Grande (RJ), na qual a Companhia detinha o seguro de acidentes pessoais de duas vítimas e em outros casos de grande comoção como, em novembro de 2008, quando a RSA Seguros montou uma base em Blumenau (SC) para atender segurados atingidos pelas enchentes que castigaram a região, e também no caso de um acidente aéreo, em julho de 2007, que a Companhia se antecipou à comunicação do sinistro e fez o pagamento da indenização do Seguro de Vida uma semana após o incidente.

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Fonte: Ketchum Estratégia Assessoria de Comunicação

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